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Mostrando postagens de março, 2016

Refugium in nihilismi

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O abraço ao nada fosso sem saída o escuro. Redução a nada a lógica inexistente o mundo sem significado. A morte iminente a névoa escura do coração a sombra negra da alma. Valores rachados, a existência do cansaço o que supostamente virá. A significância morta os valores despedaçados, a morte a espreita. O nada, o fim, o frio. A morte de tudo o breu que corroí a alma. O nada, a vida que se esvaiu a  não existência. ... ...

Relato de um suicída parte III: A volta

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Volto par ao meu lar, onde tudo se criou. A consciência retorna, o breu se dissolve. O retorno ao que eu já havia sido a vontade se criar. Na penumbra da alma eu me encontro enjaulado. Como um animal preso eu tento quebrar o que tenho, na ausência da paz meus sonhos retornam no furor do caos as coisas ganham sentido novamente. Eu havia sumido meu corpo já não era nadam minha consciência havia desaparecido. A energia criadora me desafia a calmaria de continuar e continuar, a morte que nunca foi um fim. Há uma eternidade para se viver, há uma criação para se desenvolver. Eu retorno em uma prisma branco, onde o que me move é o vento. As árvores me abraçam, o sol me aquece, a luz me cega. Eu retorno para o seio da terra, para onde minha dor e tragédia me desafiam, onde a vida pulsa e necessita de sofrimento. Viver é sofrer, ausência de dor é morrer, o suicídio despertou o que antes não podia,...