Aos olhos de Buda
Aos olhos dos homens,
Aos olhos sagrado,
Aos olhos do mundo meu coração bate.
De olhos fechados eu escuto meu espírito
De olhos abertos eu vejo o real
Vejo o que há para ver
Vejo o mundo parar.
Os pensamentos passam
As coisas passam
O mundo muda a cada segundo.
Nada é constante
O que existe é o agora, é o rio seguindo.
Nunca somos os mesmos
Nunca somos nós mesmos,
O que resta é a consciência.
Aos olhos de buda se vai em direção a luz
Aos olhos da nossa alma verificamos o ser
Aos olhos do mundo somos momentos.
Os olhos do espírito eu me abro sobre o que eu realmente sou,
Fora da casca eu me renovo,
Na sabedoria eterna o espírito se tranquliza.
Aos olhos sagrado,
Aos olhos do mundo meu coração bate.
De olhos fechados eu escuto meu espírito
De olhos abertos eu vejo o real
Vejo o que há para ver
Vejo o mundo parar.
Os pensamentos passam
As coisas passam
O mundo muda a cada segundo.
Nada é constante
O que existe é o agora, é o rio seguindo.
Nunca somos os mesmos
Nunca somos nós mesmos,
O que resta é a consciência.
Aos olhos de buda se vai em direção a luz
Aos olhos da nossa alma verificamos o ser
Aos olhos do mundo somos momentos.
Os olhos do espírito eu me abro sobre o que eu realmente sou,
Fora da casca eu me renovo,
Na sabedoria eterna o espírito se tranquliza.

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