Olhares parte 1
As vezes olhares podem nos derrubar.
Olhares que se esbarram
Almas transbordam
Corpo estremece
Anestesia dos sentidos
O não encontrar
O se engraçar
Estar aberto ao mundo, sentir que o outro consegue ver sua alma
Rebeldia de não se se abrir
Querer enfrentar o que não é possível
Estar pronto para tudo
Menos pra um olhar
Um olhar te derruba
Te apavora
Te corroí
Você está solto, solto no mundo
Sem grades para te prender
Apenas sorrisos para conquistar
Mas olhares continuam a me envenenar
Olhares vazios que cruzam o seu espírito
Enxerga sua podridão, abre janelas do seu coração
Olhar a janela da sua alma
a escapatória deste mundo
Não exigem perdão
Só observam você queimar
Queimar de vergonha por desejar
Olhares vazios que se cruzam
Amor e ódio são estradas de mão dupla.
(...)
Olhares que se esbarram
Almas transbordam
Corpo estremece
Anestesia dos sentidos
O não encontrar
O se engraçar
Estar aberto ao mundo, sentir que o outro consegue ver sua alma
Rebeldia de não se se abrir
Querer enfrentar o que não é possível
Estar pronto para tudo
Menos pra um olhar
Um olhar te derruba
Te apavora
Te corroí
Você está solto, solto no mundo
Sem grades para te prender
Apenas sorrisos para conquistar
Mas olhares continuam a me envenenar
Olhares vazios que cruzam o seu espírito
Enxerga sua podridão, abre janelas do seu coração
Olhar a janela da sua alma
a escapatória deste mundo
Não exigem perdão
Só observam você queimar
Queimar de vergonha por desejar
Olhares vazios que se cruzam
Amor e ódio são estradas de mão dupla.
(...)

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