[Conto] A mulher da chuva
Bom,
Esse é o primeiro conto que eu escrevo.
As vezes irei postar mais alguns.
Espero que gostem.
Esse é o primeiro conto que eu escrevo.
As vezes irei postar mais alguns.
Espero que gostem.
Era um dia chuvoso. Nada que seja anormal.
Eu estava a pouco tempo ali, e só via a chuva cair pela janela do meu quarto.
As gotas caiam sem parar e os trovões não cessavam.
Parecia que o mundo estava chorando e os portões do paraíso estavam abertos.
As gotas escorriam na janela, e eu continuava lá, pensando e me remoendo.
Noite passada eu tinha sonhado.
Foi um sonho estranho e ao mesmo tempo vivo.
Era um dia como esse e não parava de chover.
Eu estava em uma estrada cheia de folhas, e andava sem rumo.
Chegava em uma casa abandonada.
Essa casa não tinha paredes descentes, nem porta.
A casa era ruínas.
Eu estava de trajes antigos e não enxergava meu rosto.
Parecia que o mundo era limpo e ao mesmo tempo sombrio.
Eu conseguia sentir as gotas de chuva na minha face e no meu corpo.
Entrando nessa casa, avistei uma cadeira e uma estante com livros antigos.
Sentei e fiquei lendo algumas coisas que não me lembro.
E a visão foi ficando longe...
Parecia que agora eu me enxergava.
É engraçado você sempre parece ser espectador ou se sente no sonho.
Continuando essa estória de sonho...
Enquanto eu ia lendo algo que eu não sabia, uma mulher de branco, parecia minha esposa, pois vinha em minha direção com uma xícara de chá, sorrindo e se movimentando com esplendor que eu nunca vi.
Eu não conseguia ouvi-la.
Era como se o sonho fosse sem som.
Continuava a ver os gestos da moça de branco que tinha cabelo negros como a noite e feições delicadas.
Era uma visão maravilhosa, ela ali, bebendo o chá enquanto eu a observava.
Eu sabia... aquela mulher era minha paixão, um ser perfeito e puro que me mostrava o amor.
Eu podia sentir meu coração palpitando forte e cada vez mais forte; Cada vez que eu à observava meu coração pulava.
E então, a mulher chegou perto de mim e me beijou.
Acordei.
Agora aqui estou... ensopado porque o sonho fez meu corpo sair de si e me fez suar e me fez imaginar.
Continuava a observar a janela, tentando reunir forças para enfrentar o dia.
Levantei, tomei banho, café e fui sair para espairecer.
Peguei o guarda chuva e tranquei a porta de casa.
Saí sem rumo e caminho.
Perecia que o mundo estava se abrindo e era o meu dia.
Eu tinha ficado com a imagem da mulher na minha cabeça e estava perguntando se alguém era capaz de se apaixonar por um alguém que você nunca viu e apenas idealizou.
Loucura ou ficção?
Não sei... Sei que algo me tocou naquele sonho.
Andava pelas calçadas e os carros passavam jogando água nos pedestres. Fiquei com raiva daquilo e xinguei um ou dois motoristas e continuava a andar.
Olhava algumas vitrines de lojas diversas, eram lojas de roupas e algumas de doce, cafeteria e etc.
Andava olhando as vitrines fixamente como se fosse encontrar algo lá.
Fui passando por cada uma dela e percebendo as pessoas que entravam e saiam.
Seguia em frente, quando me deparo com uma loja de roupa de noivas que tinha naquele quarteirão.
Virando o rosto e percebendo as pessoas que estavam dentro da loja eu vi.
Vi e meu coração acelerou. Era ela. A mulher dos meus sonhos.
Era idêntica, branca como a neve e cabelos negros como a noite.
Parei em frente da loja e fiquei observando ela.
II
Aquele
era o momento.
O destino me chama, e eu precisava conversar com ela.Precisava ter coragem e conversar com ela.
Fechei o guarda chuva e entrei na loja.
Assim que eu entrei ela me fitou com os olhos e veio em minha direção como se tivesse servindo chá. Vinha graciosamente a passos curtos.
Ela então pergunta:
- O senhor precisa de ajuda?
Eu respondo depois de quase dois minutos de silêncio procurando respostas:
-Sim.
Ela continua:
-Qual é o tamanho do vestido da sua mulher? Ela gosta de vestidos longos? Ou o senhor quer um terno para você?
Eu respondi:
- Na verdade, não procuro nada em especial. Acho que procuro mesmo é você.
Ela surpresa e corada responde:
-Err... Não esperava essa resposta.
Foi assim que consegui o telefone dela.
Não me lembro direito como pedi ou como consegui convencer ela á sair comigo.
O destino me chama, e eu precisava conversar com ela.Precisava ter coragem e conversar com ela.
Fechei o guarda chuva e entrei na loja.
Assim que eu entrei ela me fitou com os olhos e veio em minha direção como se tivesse servindo chá. Vinha graciosamente a passos curtos.
Ela então pergunta:
- O senhor precisa de ajuda?
Eu respondo depois de quase dois minutos de silêncio procurando respostas:
-Sim.
Ela continua:
-Qual é o tamanho do vestido da sua mulher? Ela gosta de vestidos longos? Ou o senhor quer um terno para você?
Eu respondi:
- Na verdade, não procuro nada em especial. Acho que procuro mesmo é você.
Ela surpresa e corada responde:
-Err... Não esperava essa resposta.
Foi assim que consegui o telefone dela.
Não me lembro direito como pedi ou como consegui convencer ela á sair comigo.
Já não
chovia mais no outro dia.
Era um dia ensolarado e liguei para ela, minha deusa dos sonhos.
A chamei para um parque que tinha pelas redondezas.
O parque era uma área de um lugar de pessoas caminhando, piqueniques e descanso.
Me encontrei com ela ás 15 hrs.
Ela vinha de vestido meio descolado preto, óculos e botas.
O batom vermelho e o cabelo preso.
Ela estava linda e eu me apaixonando cada vez mais.
A visão era divina, e eu mal podia acreditar que tinha conseguido.
Fizemos o piquenique.
Conversamos e comemos.
Foi algo estranho e interessante pois tinha a sensação de já conhecer ela de outras vidas como se fosse um Dejá-vu
Caminhamos até a rua para nos despedir.
Selei a saída com um beijo espontâneo e ela se surpreendeu.
Segurei sua mão e resolvi contar a estória do sonho para ela.
Ela ficou surpresa e pareceu não acreditar.
Fui levá-la em casa depois do piquenique e a conversa na rua.
Era um dia ensolarado e liguei para ela, minha deusa dos sonhos.
A chamei para um parque que tinha pelas redondezas.
O parque era uma área de um lugar de pessoas caminhando, piqueniques e descanso.
Me encontrei com ela ás 15 hrs.
Ela vinha de vestido meio descolado preto, óculos e botas.
O batom vermelho e o cabelo preso.
Ela estava linda e eu me apaixonando cada vez mais.
A visão era divina, e eu mal podia acreditar que tinha conseguido.
Fizemos o piquenique.
Conversamos e comemos.
Foi algo estranho e interessante pois tinha a sensação de já conhecer ela de outras vidas como se fosse um Dejá-vu
Caminhamos até a rua para nos despedir.
Selei a saída com um beijo espontâneo e ela se surpreendeu.
Segurei sua mão e resolvi contar a estória do sonho para ela.
Ela ficou surpresa e pareceu não acreditar.
Fui levá-la em casa depois do piquenique e a conversa na rua.
Chegamos
em sua casa. Era uma residência bonita e simples.
Eram 19 hrs e via as estrelas e lembrava do sonho.
Ficamos quase uma hora conversando na varanda dela.
Dei um beijo demorado de boa noite, e pude sentir meu corpo estremecer e todas as emoções vindo à tona.
Ela era incrível...
Saí de sua casa, caminhei pela calçada.
Vinha pensando em quanto à vida estava depois desses anos sendo boa comigo.
O mundo finalmente conspirava ao meu favor...
Mas, essa sorte durou pouco.
Enquanto andava pela calçada com a cabeça nas alturas, senti que minha hora tinha chegado.
Aconteceu com uma luz e um estouro.
Senti meu corpo flutuar e meu mundo rodando.
Eu sentia que o mundo era meu e que toda a paz e harmonia que um dia eu busquei estava ali.
Não sei que o que houve...
Estou no sonho de novo.
Mesmas coisas acontecendo... Chuva,folhas, casa destruída,roupas,florestas e ela, minha deusa.
Dejá-vu?
Sentei na cadeira e a vi deslizando pelo chão com sua roupa branda trazendo uma xícara de chá e vindo até mim.
Tudo igual.
Até agora...
Mas uma coisa tinha mudado....
Ela disse no meu ouvido e agora eu pude ouvir. O sonho já agora era mais real e eu escutava.
Ela diz em meus ouvidos:
- A morte pode ser doce.
Em um estado letárgico pude perceber.
Eu tinha me apaixonado pela morte e o sonho me dizia para eu fugir o quanto eu pudesse dela e do meu destino enfadonho.
Mas não... A morte pode ser doce e meu amor permanecia e saberia que para sempre eu estaria em seus braços...
Eram 19 hrs e via as estrelas e lembrava do sonho.
Ficamos quase uma hora conversando na varanda dela.
Dei um beijo demorado de boa noite, e pude sentir meu corpo estremecer e todas as emoções vindo à tona.
Ela era incrível...
Saí de sua casa, caminhei pela calçada.
Vinha pensando em quanto à vida estava depois desses anos sendo boa comigo.
O mundo finalmente conspirava ao meu favor...
Mas, essa sorte durou pouco.
Enquanto andava pela calçada com a cabeça nas alturas, senti que minha hora tinha chegado.
Aconteceu com uma luz e um estouro.
Senti meu corpo flutuar e meu mundo rodando.
Eu sentia que o mundo era meu e que toda a paz e harmonia que um dia eu busquei estava ali.
Não sei que o que houve...
Estou no sonho de novo.
Mesmas coisas acontecendo... Chuva,folhas, casa destruída,roupas,florestas e ela, minha deusa.
Dejá-vu?
Sentei na cadeira e a vi deslizando pelo chão com sua roupa branda trazendo uma xícara de chá e vindo até mim.
Tudo igual.
Até agora...
Mas uma coisa tinha mudado....
Ela disse no meu ouvido e agora eu pude ouvir. O sonho já agora era mais real e eu escutava.
Ela diz em meus ouvidos:
- A morte pode ser doce.
Em um estado letárgico pude perceber.
Eu tinha me apaixonado pela morte e o sonho me dizia para eu fugir o quanto eu pudesse dela e do meu destino enfadonho.
Mas não... A morte pode ser doce e meu amor permanecia e saberia que para sempre eu estaria em seus braços...

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