O silêncio da Alma
na amargura das cicatrizes.
O nada que move a alma,
O som das melodias que invadem meus ouvidos,
A bater dos ventos que corta meus sentidos.
O sol se foi,
A chuva que nunca chegou,
O calor que nunca esquentou.
Pairando as beiras das sombras,
o reflexo na água distorcido me chama,
A noite em sua calada me guia.
O silêncio e o som do universo,
O som do fim e do início,
O primeiro choro e o último suspiro.
Começar de novo,
Permanecer de novo,
Lutar de novo.
O silêncio que se move dentro de mim,
O vento que guia meus passos,
A velocidade da fúria.
Tudo se inicia no silêncio,
E tudo termina no silêncio.

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