O massacre
O sangue esvai das veias
as gotas de suor caem da testa
morrem no chão frio.
A beleza de um massacre
a feiura da podridão
a melodia sombria
morta no fundo da terra.
O cheiro da carnificina
os ossos quebrados
membros decepados.
A faca crava fundo no fundo do seu peito
faz seu coração se retorcer
suas entranhas gritam.
bem- vindo ao massacre
a hora final
a minha última respiração.
Os pensamentos fogem,
dançam e brincam entre si
a penumbra cresce na minha íris
remove e cria a besta.
O cheiro do açougue, o cheiro do massacre,
o mundo sem significado
purificado em cada gota de sangue.
O cheiro da morte
o fim que ultrapassa a dor
a humanidade que é perdida
O fim de tudo.
...
as gotas de suor caem da testa
morrem no chão frio.
A beleza de um massacre
a feiura da podridão
a melodia sombria
morta no fundo da terra.
O cheiro da carnificina
os ossos quebrados
membros decepados.
A faca crava fundo no fundo do seu peito
faz seu coração se retorcer
suas entranhas gritam.
bem- vindo ao massacre
a hora final
a minha última respiração.
Os pensamentos fogem,
dançam e brincam entre si
a penumbra cresce na minha íris
remove e cria a besta.
O cheiro do açougue, o cheiro do massacre,
o mundo sem significado
purificado em cada gota de sangue.
O cheiro da morte
o fim que ultrapassa a dor
a humanidade que é perdida
O fim de tudo.
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