Véu de maya
A ilusão de uma vida
O fogo que nasce do chão
A chuva que cai do céu sem parar.
Uma vida cheia de mentiras
Contadas por salvadores
Contada por ilusões.
O véu que protege da verdade
A ignorância que trepida em seu coração
As coisas banais que se instalam.
O véu que sempre me protegeu
E agora, tudo se perdeu.
O despertar para o verdade
A fúria que se dissipa,
As veias que queimam
As forças que se erguem.
No véu de maia,
No mundo da aparência
A casca que se corrompe.
A luz, prisma sagrado que invade sua alma,
O ser tomado, as impressões que se perdem.
No véu sempre vivemos,
Guiados pela monstruosidade dos nossos desejos mais sombrios,
Guiados pelos impulsos.
O véu, a ignorância, a aparência que vale a pena, o mundo sombrio que fazemos parte.
O fogo que nasce do chão
A chuva que cai do céu sem parar.
Uma vida cheia de mentiras
Contadas por salvadores
Contada por ilusões.
O véu que protege da verdade
A ignorância que trepida em seu coração
As coisas banais que se instalam.
O véu que sempre me protegeu
E agora, tudo se perdeu.
O despertar para o verdade
A fúria que se dissipa,
As veias que queimam
As forças que se erguem.
No véu de maia,
No mundo da aparência
A casca que se corrompe.
A luz, prisma sagrado que invade sua alma,
O ser tomado, as impressões que se perdem.
No véu sempre vivemos,
Guiados pela monstruosidade dos nossos desejos mais sombrios,
Guiados pelos impulsos.
O véu, a ignorância, a aparência que vale a pena, o mundo sombrio que fazemos parte.
E no fim, enxergar por trás do véu, ver o mundo brilhar, ver nossas almas se desacorrentarem, verem enfim, nossos corações baterem.
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