Lua vermelha
Cresce dentro dos meus olhos
resiste no meu corpo
a luz perfura minhas entranhas.
O poder perfeito do universo
a maldade que se dissolve
a bondade que cresce.
A respiração diminui
o corpo flutua
o sangue esquenta
A vida segue nos meus olhos
a imobilidade da alma.
No deserto eu observo a lua vermelha
vejo o cosmo brincar
vejo as estrelas brilharem mais fortes.
O som consume meu corpo
o vento perfura meus pulmões.
Já não preciso mais do meu corpo
eu me entrego,
me jogo, me levo até o fundo de mim.
A lua crescente ilumina minhas retinas
a noite já é calma
já é fria e tenra.
A lua e eu, o universo unido em um só, a verdadeira face da vida, a morte que só o inicio.
o fim é só o inicio,
e despertar para o novo iluminar.
resiste no meu corpo
a luz perfura minhas entranhas.
O poder perfeito do universo
a maldade que se dissolve
a bondade que cresce.
A respiração diminui
o corpo flutua
o sangue esquenta
A vida segue nos meus olhos
a imobilidade da alma.
No deserto eu observo a lua vermelha
vejo o cosmo brincar
vejo as estrelas brilharem mais fortes.
O som consume meu corpo
o vento perfura meus pulmões.
Já não preciso mais do meu corpo
eu me entrego,
me jogo, me levo até o fundo de mim.
A lua crescente ilumina minhas retinas
a noite já é calma
já é fria e tenra.
A lua e eu, o universo unido em um só, a verdadeira face da vida, a morte que só o inicio.
o fim é só o inicio,
e despertar para o novo iluminar.

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