Finitude
Se esvai,
murcha e se recolhe
muda de forma, volta ao que era.
Os ciclos da natureza
crescer, viver e morrer,
A percepção que se modifica.
A finitude,
a fraqueza de se viver
a flor que volta a terra depois de mostrar sua beleza,
o cheiro suave que o vento leva.
A semente que cresce dentro do coração
a visão distorcida por fora
o corpo que descama e descansa no túmulo de madeira.
Estar vivo,
morrer é a máxima
dádiva da natureza.
A pálida cisão do que fomos o que somos
o viver, respirar, o abrir os olhos todos os dias.
A vida brinca
se diverte com a nossa tragédia
banaliza nossa dor.
Prisioneiros de nossos karmas
a roda que nunca para de rodar
a finitude, a infinitude, o início.
...
murcha e se recolhe
muda de forma, volta ao que era.
Os ciclos da natureza
crescer, viver e morrer,
A percepção que se modifica.
A finitude,
a fraqueza de se viver
a flor que volta a terra depois de mostrar sua beleza,
o cheiro suave que o vento leva.
A semente que cresce dentro do coração
a visão distorcida por fora
o corpo que descama e descansa no túmulo de madeira.
Estar vivo,
morrer é a máxima
dádiva da natureza.
A pálida cisão do que fomos o que somos
o viver, respirar, o abrir os olhos todos os dias.
A vida brinca
se diverte com a nossa tragédia
banaliza nossa dor.
Prisioneiros de nossos karmas
a roda que nunca para de rodar
a finitude, a infinitude, o início.
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