O horror, a penumbra e o cheiro da morte
Um fio de luz bate na minha pupila,
O cheiro pútrido dos cadáveres em cima e mim é horroroso,
A penumbra debaixo dos corpos.
A guerra trouxe um fantasma,
trouxe desgraçada, miséria e dor.
Agora, vivemos em uma pesadelo sem fim,
Vivemos no buraco de nossas covas nos escondendo das bombas.
A humanidade e suas ideias estúpidas,
A conquista e a ganância,
A fome que nunca cessa.
Só ha corpos mortos em cima de mim,
As lágrimas caem dos meus olhos,
Os olhos brancos e mortos dos corpos me fitam.
O descanso eterno das almas que foram perdidas,
O horror de não poder respirar,
A claustrofobia de não poder se mexer, a agonia.
Eu quero encontrar uma saída,
Quero ver o fio de luz.
A humanidade se arruinou,
Se engasgou com a própria ganância, destruiu a própria espécie.
O ar fica rarefeito,
sinto meus pulmões precisando de ar,
sinto meu coração acelerar.
Amontoado de mortos em cima de mim,
não há força humana que consiga sair.
A saída foi fechada,
o anjo da morte anuncia com a sua trombeta sagrada,
o toque gélido,
o ar frio
a luz que cessa.
Meu corpo enrijece,
tudo escurece,
a penumbra fria toca minha alma,
o ar some, o fio de luz se foi,
a humanidade falhou,
a morte chegou.
...
O cheiro pútrido dos cadáveres em cima e mim é horroroso,
A penumbra debaixo dos corpos.
A guerra trouxe um fantasma,
trouxe desgraçada, miséria e dor.
Agora, vivemos em uma pesadelo sem fim,
Vivemos no buraco de nossas covas nos escondendo das bombas.
A humanidade e suas ideias estúpidas,
A conquista e a ganância,
A fome que nunca cessa.
Só ha corpos mortos em cima de mim,
As lágrimas caem dos meus olhos,
Os olhos brancos e mortos dos corpos me fitam.
O descanso eterno das almas que foram perdidas,
O horror de não poder respirar,
A claustrofobia de não poder se mexer, a agonia.
Eu quero encontrar uma saída,
Quero ver o fio de luz.
A humanidade se arruinou,
Se engasgou com a própria ganância, destruiu a própria espécie.
O ar fica rarefeito,
sinto meus pulmões precisando de ar,
sinto meu coração acelerar.
Amontoado de mortos em cima de mim,
não há força humana que consiga sair.
A saída foi fechada,
o anjo da morte anuncia com a sua trombeta sagrada,
o toque gélido,
o ar frio
a luz que cessa.
Meu corpo enrijece,
tudo escurece,
a penumbra fria toca minha alma,
o ar some, o fio de luz se foi,
a humanidade falhou,
a morte chegou.
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