A porta de entrada para o fim
O eminente sorriso cínico
O sol brilha em vermelho
O nunca que não chega.
O corpo em decadência
As feridas se abrem
As marcas queimam.
Perseguido,
com medo
com frio.
No vale das sombras se caminha,
os pensamentos se embaraçam,
a mente retorce.
Os pés em cacos de vidro,
afundado em ruína,
se movimento lentamente na estrada que te suga.
A porta de entrada para fim,
a morta suave e doce, faminta e desesperada.
Abusado,
arbitrário,
insólito.
O chão como no deserto,
as carcaças que vão se esfacelando com o vento cortante.
As trombetas sombrias que tocam
as pernas que tremem,
a consciência falha.
A porta se abre,
o mundo se fecha.
...
O sol brilha em vermelho
O nunca que não chega.
O corpo em decadência
As feridas se abrem
As marcas queimam.
Perseguido,
com medo
com frio.
No vale das sombras se caminha,
os pensamentos se embaraçam,
a mente retorce.
Os pés em cacos de vidro,
afundado em ruína,
se movimento lentamente na estrada que te suga.
A porta de entrada para fim,
a morta suave e doce, faminta e desesperada.
Abusado,
arbitrário,
insólito.
O chão como no deserto,
as carcaças que vão se esfacelando com o vento cortante.
As trombetas sombrias que tocam
as pernas que tremem,
a consciência falha.
A porta se abre,
o mundo se fecha.
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