Aokigahara
Floresta sombra,
De sonhos quebrados,
De mentes retorcidas.
As árvores que crescem,
O silêncio que inunda seu mundo.
A serenidade, paz e calma que perturba a mente.
A floresta maldita,
De pressões, de dor, de penitência e de perdão.
A dor que move com o fim,
A paz que surge nos corações.
O som do infinito,
O absoluto silêncio,
O medo e desespero.
A canção macabra escondida na mente perturbada.
E isso cresce,
A floresta fala,
As coisas crescem,
Você quer retornar,
Você quer ir.
Aokigahara, a floresta da desistência,
A floresta dos meus sonhos,
Da minha culpa,
Do não se pertencer,
Do fim das vidas.
Aokigahara, floresta da decepção,
Das mandrágoras e do breu eterno,
Do suicídio do corpo,
Do retorno ao que há,
Do mais profundo silêncio.
De sonhos quebrados,
De mentes retorcidas.
As árvores que crescem,
O silêncio que inunda seu mundo.
A serenidade, paz e calma que perturba a mente.
A floresta maldita,
De pressões, de dor, de penitência e de perdão.
A dor que move com o fim,
A paz que surge nos corações.
O som do infinito,
O absoluto silêncio,
O medo e desespero.
A canção macabra escondida na mente perturbada.
E isso cresce,
A floresta fala,
As coisas crescem,
Você quer retornar,
Você quer ir.
Aokigahara, a floresta da desistência,
A floresta dos meus sonhos,
Da minha culpa,
Do não se pertencer,
Do fim das vidas.
Aokigahara, floresta da decepção,
Das mandrágoras e do breu eterno,
Do suicídio do corpo,
Do retorno ao que há,
Do mais profundo silêncio.

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